Nelore Leiteiro

 

GABRIEL ANDRADE e suas procuras, que resultaram em descobertas preciosas para tornar-se o NELORE COLONIAL alto produtor de Leite.

Nelore Colonial – Nelore com Alta Produção de Leite – A PASTO

 

Em 1970 Logo ao iniciar as compras de nelore GABRIEL ANDRADE que já selecionava o Gir leiteiro começou a perceber que em algumas fazendas visitadas por ele para conhecer a criação de nelore tinha algumas poucas vacas zebuínas nelore que vaqueiros tiravam leite para o consumo das famílias aí começava a indagar vaqueiros e funcionários daquelas fazendas qual a produção de leite sobre a docilidade das matrizes que estavam sendo ordenhadas e qual a quantidade de ordenhas, como é de sua característica de pesquisador nato ligado principalmente na área rural e animal   (bovina) e suas características produtivas tais como leite e carne. 

A partir dessas indagações aos funcionários de fazendas passou também a indagar os funcionários das suas fazendas de gado de corte que criava algumas  raças zebuínas não só o nelore mas também Tabapuã, Guzerá, Gir.

Passando a separar amansar e manejar estas vacas com boa formação de úbere, com boa docilidade colocando as mesmas em um manejo para ordenhas.

Depois de comprar algumas poucas vacas com estas características passou a ordenhar estas matrizes e fazer um controle particular com anotações das ordenhas por toda a lactação.

Passou a intensificar a sua procura e identificar também nas vacas registradas que havia comprado no inicio da seleção de gado nelore registrado da origem da importação de 1962.   

Compras estas de TORRES HOMEM (SC / VR), RUBICO CARVALHO (Brumado),  OTAVIO MACHADO (O M), EDUARDO DUVIVIER (SANTA AMINTA – S A), alem de outros criatórios cujas matrizes tinha como sufixo MUCURÌ e ESPERANÇA cujas vieram de compras  que ele fez de criatórios do estado da Bahia, Raul Botelho Filho, Sucessores de Norton Prates Correa, Walter Blank, Lucio Roberto Costa, Lutz Viana Rodrigues sufixo CINELÂNDIA.

Em 1973 Iniciou-se controle leiteiro controlado pela ABC Associação Brasileira de Criadores.

Iniciou os controles de produção de leite do Nelore Colonial por via de controle leiteiro mensal e classificar as matrizes por suas produções criou um ranking como livro de mérito para as melhores matrizes produtoras de leite e de sólidos.

Em 1983 Iniciou controle leiteiro -Com Apoio total do geneticista Prof. Dr. Mario Luiz Martinez da EMBRAPA - CNPGL em Coronel Pacheco passou a controlar a produção de leite do Nelore Colonial por via de controle leiteiro mensal e classificar as matrizes pelas suas produções rodando avaliação genética do rebanho nelore leiteiro, criou um ranking de VALOR GENÉTICO (VG) para as matrizes produtoras de leite, Touros Pais das matrizes em produção e animais jovens.

Em 1985 Iniciou transferências de embriões pelo Dr. Célio de Freitas e também o Dr. Zanenga e depois utilizando da tecnologia de transferência de embrião em matrizes da seleção Calciolândia e Colonial para reproduzir matrizes oriundas (Filhas) de touros da Importação de 1962 e boas produtoras e depois fazendo uso da tecnologia da FIV a partir da criação da tecnologia para reproduzir em larga escala os animais melhores geneticamente e produtivos e mais jovens visando obter maiores ganhos genéticos.

Em 1987 a colonial comprou ainda animais  PO dos rebanhos do Sr. Eduardo Tostes, Sr. Geraldo Maluco, Dr. Rubens Resende Neves, João Batista Andrade (Sr. Joãozito Andrade).

A Colonial ainda no ano 1989 com apoio do CNPGL EMBRAPA  do  Prof. Dr. Mario Luiz Martinez da EMBRAPA - CNPGL em Coronel Pacheco e depois com apoio do Dr. Rui da Silva Verneque passou a avaliar o rebanho nelore leiteiro que contava com aproximadamente 200 matrizes na fazenda colonial em sistema de controle leiteiro e que fazia entrega do todo leite produzido para a NESTLÉ em Janaúba  no Norte Minas Gerais onde a colonial a partir de 1976 fazia a seleção de nelore registrados pela ABCZ e controlados as produções de leite a partir de controle leiteiro mensal com apoio da ABC associação brasileira de criadores com sede em São Paulo Brasil.

A colonial que passou a selecionar com apoio da EMBRAPA – CNPGL em 1983 que controlando todos os controles leiteiros e rodando avaliação genética anual a fim de comparar os animais e suas produtividades geneticamente.

Também buscava identificar vacas do rebanho Colonial  por meio de teste como PAP (peso antes e após a mamada dos bezerros) com balanças bem ajustadas e depois com teste por meio de aplicação de ocitocina na veia mamaria das matrizes que tinha bom úbere e veias mamarias bem dilatadas para pesar o leite extraído após a ordenha em troncos de contenção, também continuava a procurar nos rebanho do norte de minas gerais e por todo o Brasil matrizes produtoras de leite e testavam com o uso de aplicação de ocitocina na veia mamaria.

Compravam as matrizes que serviam para a seleção que deveriam ser registradas no L.A. (Livro Aberto) registro da ABCZ e assim foi incorporando material genético diverso na base genética do nelore leiteiro.

A Colonial ainda no inicio dos anos 90 fez vários experimentos de teste de ganho em peso dos filhos das matrizes nelore leiteiro quando comparados com filhos de vacas nelore tradicional da seleção nelore da colonial mostrou larga vantagem quando criados amamentando os seus bezerros no pasto obtendo um resultado > 12 % de peso em relação o lote testemunha isso contando com vacas que produzia 1200 até 1500 de leite em controles anteriores da sua vida produtiva em ordenhas e também foram  descartadas matrizes até 1000 kg para acasalar com holandês na fazenda Gado Mando para testar um F1 para produção de leite (Nelore x Holandês) denominado de NELORANDO pela colonial agropecuária que se saiu mundo bom produtor de leite e também com os seus bezerros bons ganhadores de peso, que foram comercializados pela fazenda Calciolândia e a partir de 1999 foi acasalado matrizes nelore das testadas com ocitocina com touros nelore leiteiro e depois acasaladas com GIR leiteiro até os dias de hoje produzindo uma raça composta chamada de ZEBULANDA hoje reconhecida nacionalmente por serem boas produtoras de leite e economicamente viável para o pequeno, médio e grande produtor de leite.

Assim a preciosidade do nelore alto produtor de leite caminha, e que sempre foi imaginariamente o objetivo do incansável pesquisador GABRIEL ANDRADE um visionário  em busca de opções  da permanência do produtor no seu negocio e também mostrar para sua equipe de trabalho que sempre teremos que buscar opções para o negocio pecuária Leite ou Carne que tinha nos seus melhores pensamentos otimistas que o nelore leiteiro seria viável do ponto de vista para alavancar a produção de carne no Brasil.

O Nelore leiteiro que seria a maquina para criar bem o seu bezerro, desmamar um bom bezerro para ele ir ao abate mais cedo e que seria mais do que uma obrigação da vaca nelore que tem outros ótimos atributos de suma importância para a perpetuação da raça nelore no Brasil.

Hoje temos certeza de que tudo que foi feito com o nelore em busca de produção de leite por força do trabalho perseverante de um visionário e determinado selecionador que o nelore pode mais, pode produzir muito mais leite e criar melhor o seu filho para produzir mais carne em menos tempo.

Hoje se falam em HABILIDADE MATERNA por meio de avaliações genéticas pelo desempenho dos  netos de um determinado touro, determinar qual é o seu valor genético Materno, era exatamente isso que tínhamos certeza que o nelore poderia desempenhar tudo isso e ainda mais pois sabemos da preciosidade que temos em forma de banco de sêmen de reprodutores  nelore leiteiro e matrizes boas produtoras de leite na seleção da empresa Colonial Agropecuária LTDA idealizada e fundada por GABRIEL ANDRADE.

A Colonial ainda nos anos 90 a ABCZ começa a participar mais ativamente do melhoramento genético de raças zebuínas para produção de leite ai o rebanho Nelore Leiteiro que contava com aproximadamente 200 matrizes na fazenda Colonial em Janaúba  no Norte Minas Gerais onde a colonial a partir de 1976 fazia a seleção de nelore registrados pela ABCZ e controlado as produções de leite a partir de controle leiteiro mensal com apoio da ABC associação brasileira de criadores com sede em São Paulo Brasil, em 1996 o rebanho nelore leiteiro com cerca de 70 vacas as melhores de todos os tempos foram  para a fazenda Calciolândia em Arcos Minas Gerais ai passou a controlar a seleção com base em controles leiteiros pela ABCZ e EMBRAPA – CNPGL depois o rebanho foi transferido para a fazenda serrinha em Betim Minas Gerais continuando até o final dos anos 2009, em 2010 este rebanho  retornou para a fazenda colonial que agora introduzido no nelore tradicional bom de leite, ganhador de peso e precoce em acabamento e fertilidade em um pequeno universo de matrizes que juntou-se às 2000 matrizes da seleção da Colonial Agropecuária LTDA, na fazenda Colonial em Janaúba Minas Gerais e sendo avaliado conjuntamente pelos programas de melhoramento genético ANCP Nelore Brasil e PMGZ da ABCZ. 

Em 1996 a Colonial inicia com venda de sêmen de 2 reprodutoresda raçanelore CORONEL DA COL principal reprodutor nelore leiteiro e filho da matriz da raça maior produtora de leite SENEIA DA COL que produziu 4388 kg de leite em 305 dias de lactação e NUR MAHAL COL bastante jovem mas já provado por suas progênies pelo modelo de avaliação genética chamada de modelo animalentra para uma central de inseminação artificial e para venda de sêmen.

Nos dias atuais a Colonial já comercializou mais de 1,5 milhões de doses de sêmen de 45 touros da raça nelore para todo o território brasileiro e merco sul.      

Provando que o rebanho colonial não é um rebanho que coleciona animais e sim seleciona com critérios, baseado sempre em produtividade por isso hoje o mercado tem buscado sempre reprodutores provados, mas não é só isso não basta ser provado, mas sobre tudo produtivo, econômico, confiável e consistente entre as avaliações genéticas e fenotípicas principalmente nas avaliações visuais de produtividade a pasto. Sabemos que para produzir gorduras aparentes ao olho humano, basta alimentar-se muito no cocho e quando se trata de indivíduos super-tratados acreditamos ainda que o sistema maquie a sua real apresentação para o mercado.   

Avaliar, selecionar e reproduzir animais superiores geneticamente nos quesitos de produtividade se faz necessário para assegurar a transferência de genes positivos.   

 

Coerência é a nossa palavra chave.

       

Objetivo Final

Comercialização: Produtividade com Resultado Econômico Positivo, maior rentabilidade no seu negócio pecuária.

Estaremos em busca constante de um animal produtivo e econômico, visando sempre a rentabilidade do criador e as necessidades da segurança alimentar.

Galeria de Fotos

JURUBEBA COL - Foto: COLONIAL
NAIBE COL - Foto: Colonial
VALENCINA COL - Foto: Colonial
VALE COL - Foto: Colonial
TIME COL - Foto: Colonial
TIGRESA COL - Foto: Colonial
TERAPIA COL - Foto: Colonial
TERAPIA COL - Foto: Colonial
SEXONATICA COL - Foto: Colonial
SENEIA COL - MÃE DE CORONEL COL - Foto: Colonial
SENEIA COL - MÃE DE CORONEL COL - Foto: Colonial
RELIQUIA COL - Foto: Colonial
RELIQUIA COL - Foto: Colonial
RABISCO COL - Foto: Colonial
PERDIZ COL E VALENCINA COL - Foto: Colonial
PERDIZ COL - Foto: Colonial
NORUEGA COL - Foto: Colonial
NORUEGA COL II - Foto: Colonial
NELORE LEITEIRO - Ordenhada por mulher - Foto: Colonial
MATRIZES NELORE LEITEIRO II - Foto: Colonial
SR. DICO APARTANDO MATRIZES NELORE LEITEIRO NA COLONIAL - Foto: Colonial
FILHAS DE KARVADI IMP - Foto: Colonial
TELESCOPIA COL - Foto: Colonial
VERTENTE COL - Foto: Colonial
BEZERROS NELORE LEITEIRO - ANOS 80 - Foto: Colonial
ALAMO COL - Foto: Colonial
ADAMELO COL - Foto: Colonial
ADAMELO COL - Foto: Colonial
ABDERA COL - Foto: Colonial
Ordenha manual de Matriz Nelore Leiteiro - Foto: COLONIAL
Matrizes Nelore Leiteiro à campo - Foto: COLONIAL
Matrizes nelore participantes do Concurso Leiteiro durante a Expo Zebu 1999 – Uberaba – MG - Foto: COLONIAL
JEREMITA DA COL - Foto: COLONIAL
NAGUIA JURIN COL - Foto: COLONIAL
MARAVILHA COL - Foto: COLONIAL
INDIADA CORONEL COL - Foto: COLONIAL

Galeria de Vídeos